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domingo, 27 de novembro de 2011

Dicas para se dar bem em castings



Os modelos que são chamados para castings sendo new faces ou não, jamais podem cometer erros relativos à moda. Os clientes querem ver o que o modelo é e não o que ele acha que pode ser. Portanto, nada de chegar aos testes vestindo todas as tendências ao mesmo tempo. Não transforme a moda em vexame.

O material fotográfico serve para dar esse foco de moda e atitude além de mostrar o que você pode oferecer em frente às câmeras. Pessoalmente é o básico que conta a seu favor.

Traduzindo, roupa de castings tem que ser básica, lisa e de cor neutra, calça jeans lisa com corte mais comum.

Para homens tênis, dependendo do caso de barba feita e se quiser pode até passar um corretivo nas imperfeições do rosto.

Para mulheres salto alto, cabelo solto, bem arrumado, o mais natural possível de acordo com o que você mostra nas suas fotos, maquiagem leve (rimel, blush e gloss) e unhas claras.



Para ambos os sexos sem lentes de contato coloridas, por favor! Modelo que é modelo tem que estar sempre bem vestido, isso por que as seleções podem acontecer inesperadamente. Se por acaso sua agência te ligar dizendo que surgiu um teste de última hora, você estará preparado para o imprevisto e não perderá a chance.

A questão comportamental também é extremamente importante. Chegar junto ao cliente requer humildade, elegância e profissionalismo. Não adianta se achar o máximo, isso pode ir contra você.

Mascar chiclete, lixar as unhas, contar vantagem, fazer cara de poucos amigos são erros imperdoáveis. Se na avaliação de perfil em agências de modelos o comportamento já conta, imagina na seleção para trabalhos! O comprometimento é essencial para uma ótima parceria entre modelo e agência. Se o modelo se prontifica a ir à seleção ele tem que cumprir. Não seria elegante ou inteligente deixar a agência na mão e correr o risco da mesma perder a conta, não é mesmo? Se surgir algo inesperado, avise com antecedência, não deixe a agência ou o cliente esperando. Nenhum modelo quer “ficar na geladeira” por conta de falta de responsabilidade.

Gosto de fazer a seguinte comparação para melhor entendimento. A partir do momento que alguém se torna um modelo (independente de ser do perfil comercial ou fashion) ele se torna um produto. Quanto mais bonita e informativa for a embalagem, mais se sai da prateleira. Com isso quero dizer que saber se vestir, se comportar, falar corretamente e mostrar o seu potencial aumenta as chances de realização de trabalhos. Essa é a combinação perfeita.



Por, Gabriel de Castro

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ALL BLACK

Estou a adoptar a tendencia all-black neste inverno, assim como a maioria das pessoas que seguem o meu blogue e pagina de Facebook já sabem. Cá está mais uma foto inspiradora da "The Sartorialist". Trés belle!

Bizarra coincidência

Recentemente dei de caras com esta foto na Internet e pude notar que o homem na foto, com a excepção de alguns detalhes, apresenta um look muito semelhante ao que escolhi recentemente para ir a uma festa de casamento. 


Não foram apenas as coisas em comum como a escolha do fato double-breasted e sapatos azuis, mas muito particularmente as diferenças no nosso look, que achei super interessante. Ele optou por combinar a gravata com o 'pocket-square' e usar suas calças ao estilo 'slim fit' e de curta bainha. Eu, em contrapartida optei optei por contrastar os dois acessorios e prefiro as minhas calças mais largas e ao estilo clássico. 
Só lamento um bocado a sua escolha de sapatos. Parecem-me casuais demais para tal sorte de fato. Mas de um modo geral gostei da aparência dele e sem duvida tirei algumas anotações a pôr em pratica pra próxima, como os punhos da camisa á francesa e a gravata larga. E vocês, o que acharam?







quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Incómoda chamada

Hoje, para variar, tirei uma folga do trabalho e das aulas e resolvi aproveitar o dia para dar atenção a coisas não menos importantes como fazer fitness, hobbies e lazer!
Fui ao gym de manhã, de tarde tirei umas fotos pela cidade e no final do dia fui jantar fora com o meu irmão.
É algo que fazemos de vez em quando, geralmente uma ou duas vezes por mês, para desabafar um bocadinho, falar sobre como vão as coisas e tal.
Desta vez escolhemos ir comer num restaurante Italiano muito popular cá na cidade. Isto por dois motivos, a comida é boa e o preço é aceitável.
Mas qual o nosso espanto quando a meio da refeição o telefone de uma das raparigas ao nosso lado começa a tocar ruidosamente. A moça atende o telefone e põe-se a conversar com a pessoa do outro lado da linha em alta voz, como se se encontrasse numa feira em vez de a jantar em um restaurante. Sinceramente, existe por aí ainda muita gente mal educada e sem boas-maneiras. Das duas uma, ou desligava o telefone durante a refeição para evitar incómodos ou, se estivesse a espera de uma chamada extremamente importante, desculpava-se da mesa e ia atender no hall de entrada. Mas o que fazer? O negocio é viver e deixar viver.